Lula Rejeita Intervenção Estrangeira e Defende Soberania no Combate ao Crime Organizado na ONU
Presidente afirma que Brasil não precisa de ações externas, mas reforça parceria internacional contra lavagem de dinheiro e tráfico de armas
Em pronunciamento na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil enfrenta as facções criminosas com rigor legal e rejeitou qualquer necessidade de intervenção estrangeira no país.
Discurso de Lula na ONU
Durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente Lula destacou que o Brasil possui leis rigorosas contra o crime organizado, que não demandam a presença de forças estrangeiras em seu território.
Ele rejeitou explicitamente a necessidade de instituições militares de outros países, referindo-se aos 'porta-aviões vigiando nossas águas'.
Enfoque na Soberania e Cooperação Internacional
Lula reafirmou a soberania do Brasil, afirmando que a defesa das fronteiras brasileiras é responsabilidade do país e não deve ser terceirizada.
Ao mesmo tempo, defendeu a cooperação internacional que tenha foco em combater o financiamento do crime, destacando a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas.
Essa posição foi entendida como uma mensagem direta aos Estados Unidos, em um contexto de negociações e controvérsias sobre segurança e fronteiras.
“O Brasil não precisa de porta-aviões vigiando suas águas.”
— Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2026-09-22T17:30:37Z)
O discurso de Lula na ONU reafirma a posição do Brasil no combate ao crime organizado: fortalecer a legislação interna e preservar a soberania nacional, enquanto busca parcerias internacionais eficazes voltadas para aspectos financeiros e armamentistas dessa criminalidade, rejeitando intervenções militares estrangeiras no território brasileiro.
Fontes consultadas
- NA ONU, LULA REJEITA PRESENÇA ESTRANGEIRA NO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO — Itatiaia — 22 de setembro de 2026
Vídeo do canal Itatiaia com discurso do presidente Lula na ONU sobre combate ao crime organizado e soberania nacional.




