Presidente do Banco Central critica demora da fiscalização sobre o Banco Master em depoimento à PF
Gabriel Galípolo revela insatisfação com servidores e uso de expressões fortes para cobrar apuração
Em depoimento à Polícia Federal, Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, afirmou que a fiscalização sobre o Banco Master teve uma ‘demora injustificada’ e relatou ter ‘esgotado o repertório de palavrões’ ao cobrar seus subordinados durante reuniões sobre o tema.
Contexto do Depoimento
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deu um depoimento à Polícia Federal tratando da atuação dos servidores do BC na fiscalização do Banco Master.
Essa fiscalização, segundo Galípolo, demorou a acontecer de forma eficaz, o que motivou suas cobranças internas.
Reclamação sobre a Fiscalização
Galípolo qualificou a demora como ‘injustificada’, indicando insatisfação com a agilidade e atenção dos servidores envolvidos.
Ele chegou a reconhecer que esgotou ‘o repertório de palavrões’ para pressionar a equipe durante reuniões dedicadas ao caso.
Implicações e Apuração
A fala do presidente do BC demonstra a tensão interna na instituição quanto à fiscalização de instituições financeiras.
O caso está sob apuração e chamou a atenção da Polícia Federal, sugerindo relevância no contexto da supervisão financeira nacional.
“Esgotei o repertório de palavrões cobrando meus subordinados em reuniões sobre o tema.”
— Gabriel Galípolo (2026-10-08T21:21:07Z)
O depoimento do presidente do Banco Central abre uma janela para o descontentamento interno sobre a supervisão de instituições financeiras, como o Banco Master, e indica que a cobrança por maior eficiência nas fiscalizações tem sido uma prioridade da gestão atual.
Fontes consultadas
- Galípolo diz à PF que "esgotou palavrões" em cobranças no BC sobre o Master | CNN 360º — CNN Brasil — 8 de outubro de 2026
Conteúdo extraído de depoimento do presidente do Banco Central à Polícia Federal, reportado pela CNN Brasil.




