Pesquisa Datafolha indica liderança de Flávio Bolsonaro no segundo turno contra Lula
Levantamento mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48%, levantando dúvidas sobre possibilidade de virada
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (8), mostrou Flávio Bolsonaro na frente do segundo turno da eleição presidencial, com 52% das intenções de voto, contra 48% do ex-presidente Lula. O cenário, embora apontando liderança para Bolsonaro, continua sendo analisado quanto à possibilidade de uma eventual virada de Lula.
Resultados da Pesquisa Datafolha
Conforme divulgado pelo Canal UOL, a pesquisa Datafolha indica que Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), lidera o segundo turno das eleições presidenciais com 52% das intenções de voto, enquanto Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), aparece com 48%.
Os dados refletem um cenário competitivo e mostram que Bolsonaro mantém uma vantagem confortável, mas insuficiente para garantir o resultado final.
Análise dos Especialistas
Os jornalistas e analistas José Roberto de Toledo e Thais Bilenky comentaram a pesquisa, destacando que, apesar da liderança numérica de Flávio Bolsonaro, a virada de Lula ainda é considerada difícil, mas não impossível.
Eles indicam que o desenrolar da campanha e a mobilização dos eleitores podem influenciar mudanças no cenário até o dia da votação.
Segundo as análises, fatores externos e estratégias eleitorais podem impactar a decisão final dos eleitores.
“Lula virar é difícil, mas não impossível.”
— Thais Bilenky (2026-10-08T22:05:00Z)
A pesquisa Datafolha expõe um cenário polarizado no segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, com o primeiro em posição de vantagem. No entanto, especialistas apontam que a corrida eleitoral permanece aberta, e mudanças no comportamento do eleitorado podem alterar o placar nas próximas semanas.
Fontes consultadas
- Datafolha mostra Flávio Bolsonaro na liderança: Lula virar é difícil, mas não impossível | Bilenky — UOL — 8 de outubro de 2026
Análise e dados extraídos de vídeo do Canal UOL com comentários dos jornalistas José Roberto de Toledo e Thais Bilenky.




