Canetas emagrecedoras no SUS podem salvar vidas e reduzir custos, diz Leonardo Sakamoto
Colunista defende tratamento da obesidade crônica com medicação e acompanhamento médico no sistema público
O anúncio do presidente Lula sobre a possível inclusão das chamadas canetas emagrecedoras no SUS reacendeu o debate sobre o combate à obesidade crônica no Brasil. No UOL News – 2ª edição, o colunista Leonardo Sakamoto destacou que o tratamento, com indicação e acompanhamento médico, pode não apenas salvar vidas, mas também reduzir os gastos públicos com doenças associadas à obesidade.
Contexto da Obesidade no Brasil
A obesidade crônica é uma condição que afeta grande parcela da população brasileira e está associada a diversas doenças graves, como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares.
O tratamento adequado é fundamental para reduzir estas comorbidades e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Proposta de Inclusão das Canetas Emagrecedoras no SUS
O presidente Lula anunciou a possibilidade de disponibilizar as canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde, buscando ampliar o acesso ao tratamento da obesidade.
Um comitê de saúde do governo, entretanto, havia recomendado inicialmente não incorporar o medicamento devido ao impacto financeiro estimado para o sistema de saúde.
Argumentos a Favor do Tratamento Com Medicamentos
Leonardo Sakamoto, colunista do UOL News, enfatizou que a decisão deve considerar o tratamento da obesidade como uma condição crônica que necessita de intervenção médica especializada.
Segundo ele, o uso dessas canetas, com indicação e acompanhamento médico, pode salvar vidas e gerar uma economia ao evitar internações e tratamentos posteriores de complicações associadas à obesidade.
Considerações sobre a Implementação e Monitoramento
O tratamento com esses medicamentos exige rigoroso acompanhamento clínico para garantir a segurança e eficácia para os pacientes.
Há um consenso de que a simples disponibilização sem cuidados médicos poderia apresentar riscos e limitações no sucesso do tratamento.
“O foco precisa ser o tratamento de obesidade crônica, com indicação e acompanhamento médico.”
— Leonardo Sakamoto (2026-09-18T20:44:08Z)
A discussão sobre a inclusão das canetas emagrecedoras no SUS envolve não só a questão financeira, mas sobretudo o reconhecimento da obesidade como uma doença crônica que exige tratamento especializado. Segundo especialistas como Leonardo Sakamoto, oferecer esse medicamento sob supervisão médica pode representar um avanço importante para a saúde pública, ao salvar vidas e reduzir custos relacionados a doenças associadas à obesidade.
Fontes consultadas
- Canetas emagrecedoras no SUS vão salvar vidas e economizar gastos com saúde | Sakamoto — UOL — 18 de setembro de 2026
Conteúdo produzido a partir do vídeo do UOL News – 2ª edição do canal UOL com análise do colunista Leonardo Sakamoto.




