Lula rejeita classificar facções como terroristas e aponta 8 de janeiro como ato terrorista
Em entrevista à Revista Oeste, presidente critica rótulo de terrorismo para grupos organizados e destaca invasão do Congresso como verdadeiro episódio terrorista
Em entrevista concedida ao canal Revista Oeste, o presidente Lula afirmou que não considera apropriado rotular facções criminosas como terroristas, classificando como episódio terrorista verdadeiro o ocorrido em 8 de janeiro, quando houve a invasão ao Congresso Nacional.
Rejeição à rotulagem de facções como terroristas
Na entrevista, Lula expressou seu posicionamento contrário a classificar facções criminosas como grupos terroristas. Segundo ele, tais organizações não se enquadram na definição que deve ser atribuída a atos terroristas.
O presidente enfatizou que usar o termo terrorismo para esses grupos pode distorcer o entendimento legal e social sobre o tema.
O episódio de 8 de janeiro como terrorismo
Lula apontou o ataque ocorrido em 8 de janeiro, que resultou na invasão do Congresso Nacional, como o verdadeiro exemplo de terrorismo recente no país.
Segundo o presidente, esse evento representa um ato terrorista porque tem como objetivo atacar as instituições democráticas e o estado de direito.
Ele comparou o episódio a outros eventos conhecidos mundialmente como terroristas para fundamentar sua opinião.
Repercussões e debates futuros
A declaração de Lula pode provocar debates sobre como o país deve definir e combater o terrorismo, especialmente na interface com o crime organizado.
Especialistas e setores da segurança pública poderão discutir o papel das facções criminosas na dinâmica de violência e até que ponto elas configuram terrorismo.
Também se discutirá o impacto político da valorização do 8 de janeiro como marco do terrorismo brasileiro.
“Terrorismo foi o 8 de janeiro.”
— Lula (2026-09-21T17:20:04Z)
O posicionamento do presidente Lula sobre a definição de terrorismo determina uma distinção clara entre atos praticados por facções criminosas e eventos que ameaçam diretamente a democracia e o estado de direito, como a invasão do Congresso em 8 de janeiro. A declaração deve abrir espaço para um debate mais amplo e aprofundado sobre segurança pública e legislação antiterrorista no Brasil.
Fontes consultadas
- Lula rejeita classificar facções como terroristas: 'Terrorismo foi o 8 de janeiro' — Revista Oeste — 21 de setembro de 2026
Conteúdo baseado em entrevista concedida pelo presidente Lula ao canal Revista Oeste no YouTube.




