Natália Timerman aborda impacto do Alzheimer em livro apresentado na Bienal do Livro de São Paulo
Autora reflete sobre memória e identidade em entrevista ao programa Missão Saber
A escritora Natália Timerman esteve na Bienal do Livro de São Paulo para discutir seu livro 'Antes que apague', que nasce da inquietação provocada pelo Alzheimer e a perda da memória. Em entrevista ao programa Missão Saber, ela enfatizou a ficção como ferramenta para explorar a verdade interior desses desafios.
Origem do livro 'Antes que apague'
Natália Timerman sentiu a necessidade de questionar o que resta da identidade e da experiência humana quando a memória se perde devido ao Alzheimer. Essa dúvida motivou a escrita de seu livro, que aborda o tema a partir da ficção.
Entrevista no programa Missão Saber
Durante a Bienal do Livro de São Paulo, a autora participou do programa Missão Saber, onde compartilhou suas motivações e os aspectos do Alzheimer explorados na obra.
Ela destacou que a ficção permite alcançar verdades profundas que podem ser difíceis de expressar por outros meios.
Reflexões sobre memória e família
O livro e a entrevista abordam como a doença afeta não apenas o paciente, mas também a dinâmica familiar, provocando questões sobre o que permanece em meio à perda progressiva da memória.
“O Alzheimer impõe uma pergunta dura: 'o que resta' quando a memória vai embora?”
— Natália Timerman (2026-09-30T21:24:32Z)
“Ficção é a melhor maneira de chegar à verdade.”
— Natália Timerman (2026-09-30T21:24:32Z)
Com 'Antes que apague', Natália Timerman convida os leitores a enfrentar de forma sensível e reflexiva os desafios do Alzheimer, usando a ficção para explorar as nuances da memória e da identidade humana diante da doença.
Fontes consultadas
- Natalia Timerman: ‘Ficção é a melhor maneira de chegar à verdade’ — UOL — 30 de setembro de 2026
Entrevista concedida por Natália Timerman ao programa Missão Saber do canal UOL durante a Bienal do Livro de São Paulo.




