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DO IMPEACHMENT AO BRASIL LEVADO AO CAOS

 

- Um novo golpe que se aproxima -

 

O país assiste a mais uma estratégia conspiratória montada por alguns dos mesmos golpistas que derrubaram a presidenta Dilma Rousseff da Presidência da República, agora com o objetivo de apear do poder o também golpista e traidor Michel Temer.

 

O plano, engendrado por tucanos e demos, é substituir Temer pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, outro nome citado em várias delações, sendo que um dos delatores chegou a dizer que entregou dinheiro vivo ao próprio Mais em seu apartamento no Rio de Janeiro.

 

Assim como no processo de impeachment de Dilma, o plano maligno tem o apoio da poderosa Rede Globo e de parte da velha mídia que apoiou o primeiro golpe e agora se prepara para apoiar um segundo. Tanto é que Maia já teria até se reunido secretamente com o vice-presidente de relações institucionais das Organizações Globo. O acordão para o novo golpe já está pronto.

 

São os mesmos golpistas de sempre, aqueles que, juntamente com grande parte do empresariado antinacionalista, derrubaram um governo legitimamente eleito pelo povo brasileiro para barrar os avanços populares conquistados durante 13 anos de governos petistas.

 

E é sempre bom recordar que, apesar do silêncio da imprensa e da falta de memória da sociedade, tudo começou com as chamadas pautas-bombas comandadas pelo golpista e corrupto Eduardo Cunha à frente da Câmara dos Deputados

 

Outra ironia na história do golpe contra Dilma é que até mesmo alguns membros do Tribunal de Contas da União que votaram pela reprovação das contas de Dilma também foram acusados de corrupção em delações.

 

Hoje, o governo antipopular de Michel Temer, juntamente com a cúpula dos corruptos que lhe rodeia, assim como o ministro Meirelles, vende vento à população ao afirmar que a economia está a todo vapor, quando as análises corretas dos dados do IBGE indicam que a economia não saiu do lugar.

 

E a reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso, tinha e teve o apoio sobretudo daqueles empresários que são congressistas tanto na Câmara como no Senado, e daqueles que estão fora dele, mas que sempre sustentaram a onda conservadora que tomou conta do conjunto do Congresso.

 

É bom que se repita que os programas sociais que beneficiaram principalmente a juventude negra e pobre nas áreas da educação e do acesso à cidadania estão sendo destruídos. E os 14 milhões de trabalhadores desempregados ainda estão sobrevivendo minimamente às custas dos direitos sociais conquistados nos governos anteriores do PT.

 

Enquanto o país assiste espantado a uma série de desmandos, o Supremo Tribunal Federal faz o papel de mero espectador frente às violações de direitos e às ameaças contra a democracia e a Constituição.

 

Os grandes responsáveis por esta tragédia nacional são o PMDB, que vem de vários e vários governos sempre agarrado ao poder, e o PSDB que não se conforma de forma alguma em ficar de fora deste poder. Por isso, os ministros tucanos que estão no governo golpista de Temer são contra abandona-lo. O ex-presidente Fernando Henrique já enviou carta ao presidente ilegítimo lhe exortando a renunciar e até se recusou a participar de um encontro com ele, mas os tucanos ainda continuam em cima do muro. Mas mantém a sua ânsia neoliberal e aprovam todas as medidas propostas contra a classe trabalhadora.

 

Mas esta crise não será resolvida se o atual sistema político não for reformado. Esta sim é a reforma necessária e urgente. A população brasileira não mais acredita na representação política que tem no Congresso e os partidos políticos também tem que passar por uma reforma profunda para mudarem o seu comportamento ético.

 

Nos resta torcer para que surjam novos atores, que não sejam ou se proponham a ser “salvadores da pátria”, mas sim lideranças jovens com projetos transparentes e propostas de renovação da política brasileira. E que ajudem a retomar a construção de país mais justo, solidário e igualitário, interrompida pelo golpe parlamentar contra o PT.

 

Francisco Rocha da Silva, Rochinha
Coordenador Nacional da CNB

 

 

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